Teoria do Dinheiro

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Agir pela razão vs Agir pelo medo

Por vezes, seremos terríveis na forma como pensámos, sempre em busca de mais conhecimento e de uma ajuda extra ou um caminho diferente da maioria. Certamente, nós aqui na Teoria do Dinheiro seremos criticados muitas vezes, porque assumimos pensar acerca áreas de risco que a maioria não está interessada, não tem coragem ou não entende. Mas nós queremos muito entender como funciona o dinheiro e a vida, e trabalhamos neste projeto para encontrar as respostas que não temos.


Muitas pessoas gastam muito dinheiro ao mesmo tempo que dizem que dinheiro não tem importância. Não é uma crítica, é apenas uma forma diferente de pensar, mas sentimos que eles trabalham em empregos que não gostam por salários que não chegariam para satisfazer as suas necessidades consumistas. E sinceramente, comprar, comprar e comprar, não adiciona valor na nossa vida, a não ser que sejamos investidores.


Somos maus competidores, no sentido de competir pela concentração que temos nos nossos objetivos ou num modo de vida mais livre. Hoje, há demasiadas distrações para os nossos objetivos, como a publicidade, os amigos "ricaços na boa vida", o emprego pesado com colegas que o desvalorizam, uma vida cheia de regras da sociedade, e afins. No fundo, somos fracos competidores de nós mesmos

Que nível queremos alcançar?

Queremos riqueza e queremos liberdade. A riqueza que queremos não é feita apenas de dinheiro, porque não teria valor ser alguém cheio de dinheiro mas ser uma pessoa vazia por dentro. Queremos conhecimento. Decididamente, queremos aprender mais e é para isso que trabalhamos. Ninguém precisa de uma casa maior do que as suas posses ou de um carro para viver na rua. Nem de gastar o salário todo para comprar algo apenas para se exibir. 


Mas temos um sonho ainda por concretizar: um projeto solidário. Mas para já, queremos compreender os porquês do dinheiro e como funciona. Vamos falar na nossa peça de arte, o nosso objeto das nossas vidas, que está presente ao lado do computador onde escrevemos, como um objeto representativo de algo de valor, como se fosse uma casa ou um carro: uma caneta. Mas esta caneta é agora velha e queremos comprar outra, que vale 1.000€/R$3.000. E esse é precisamente o dinheiro que temos no momento, mas queremos muito comprar uma caneta nova.


Temos diferentes opções. Podemos comprar agora, mas ficamos sem dinheiro para o resto do mês. Este é precisamente o tipo de pensamento que abdicamos, porque não vai trazer felicidade nenhuma, talvez passageira apenas. Não interessa estourar todo o dinheiro em algo supérfluo, se depois vamos passar fome o resto do mês. Podemos comprar por prestações, mas isso vai criar outro problema nas nossas economias. Se pagarmos em 10 meses, fica mais fácil pagar mês a mês, e a não ser que encontremos uma oferta sem juros, vamos pagar dinheiro a mais por algo, devido a esses juros. Também não é aquilo que queremos. Por último, podemos guardar parte desse dinheiro para qualquer necessidade futura, investir outra parte, e se daqui a um ano o nosso investimento render dinheiro, compramos a nossa nova caneta sem colocar as nossas finanças em causa.


Este é o tipo de pensamento que as nossas áreas de risco nos querem ensinar, cujo controlo da banca deverá ser a prioridade para atingir a liberdade que muitos gostariam de ter. Não somos livres como queremos ainda, nem sabemos o que o futuro nos reserva. Mas não estamos aqui a oferecer métodos especiais para ganhar milhões e comprar canetas bordadas a ouro. Tentamos sempre ser transparentes nas nossas ideias, mostrando exatamente como  pensamos e o que queremos. 

O peso da sociedade nas nossas decisões

Ouvir o que os outros dizem e moldar a personalidade? Não acreditamos nisso, pois isso é reagir por medo daquilo que os outros podem pensar. A sociedade não nos vai ajudar a decidir nada, bem pelo contrário. Cada um de nós deve ter objetivos e lutar por eles sem se preocupar a quem agrada. Se não agradar a uns, agrada a outros, pois o mundo é grande.


Porém, cada um tem uma forma diferente de ser e estar. Há quem prefira o estudo, e há quem comece logo a trabalhar. Nada contra. Há quem prefira tecnologia, outros preferem desporto. Nada contra. Há quem prefira guardar dinheiro, há quem prefira gastar. Nada contra. Há quem não se preocupe com o futuro e há quem se preocupe com o dia de amanhã. Nada contra. Aqui, apresentamos as nossas ideias, o que queremos e como queremos. E no fim, vale a pena, mesmo. 

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