Teoria do Dinheiro

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Dinheiro....afinal,  quanto é o bastante?

Será que o dinheiro traz felicidade? Dizem que não? Pois, o dinheiro não traz felicidade, mas sacrificamos todo o nosso tempo que podíamos ser felizes por tempo que lutamos para ganhar dinheiro que não chega para sermos felizes, não é? Então se temos tempo para ganhar dinheiro, porque não temos tempo para ser felizes? Tudo o que precisamos é priorizar o que queremos, e equilibrar entre as prioridades que escolhemos. Isto é, dividimos o tempo entre ganhar dinheiro e viver.


Cada um vive da forma que entenda ser feliz. Não somos ninguém para decidir o que é a felicidade. Mas a nossa proposta será sempre a mesma, porque esta é a forma como somos felizes: aprender mais e mais, e um dia seguir outro tipo de profissão. A nossa proposta, na Teoria do Dinheiro, será sempre muito criticada, porque escolhemos áreas de risco, mas que, ao aprender a driblar esse risco, vamos aprender muita coisa, como lidar com o dinheiro.

"Já vi muita gente perder a vida no Poker" - disse alguém

Antes de falar em ganhar dinheiro, queremos que todos compreendam como vemos o risco e quais são os nossos limites. Não somos, nem nunca seremos, o conselheiro que lhe dirá que hoje você joga Poker e amanhã ganha milhões. Não nos vemos a ganhar milhões nem precisamos de tanto dinheiro. Nem somos nós que aconselhámos a apostar 100 euros de uma vez só na sua equipa favorita, porque isso seria uma aposta sem sentido. Nem vamos orientar para comprar determinadas ações de determinada empresa, porque no mercado de ações não é só comprar e ganhar dinheiro. Não queremos, nem vamos, de forma alguma, aconselhar ninguém a colocar a sua vida em causa por coisa pouca. Vamos apenas apresentar a forma como pensámos e como podemos ganhar um pouco mais, ou aprender mais, em áreas acessíveis, apresentando sempre os riscos que podemos correr. 


A razão porque apresentamos estas áreas aos nossos leitores, é porque lá no fundo, muitos estão cansados do esforço do dia a dia e, quando chegam a casa depois de um dia longo de trabalho, estão tão cansados que não aproveitam o tempo com a família como deveriam. Sabemos quanto custa levantar às 5 da manhã todos os dias, chegar a casa, ter uma casa para cuidar, e quando vamos para a cama, não aproveitamos em nada com a nossa família, e vamos tristes para a cama. Para quê? Acordar no dia seguinte às 5 da manhã e fazer tudo novamente.


Estas áreas de risco, deixam-nos procurar um segundo trabalho, a qualquer hora do dia, seja onde estivermos, para, depois de estudar como funcionam, ganhar um extra. Poker, Apostas desportivas e Bolsa de Valores são bastante acessíveis, e a partir de certo momento, ajudam-nos a ganhar 100 euros por mês. Ao fim dum ano, com esforço de pouco tempo, 100 euros por mês valem umas férias merecidas em família por exemplo. 


É nesta parte que somos criticados por apostar nestas áreas de risco, mas quem joga raspadinhas tem um vício maior que o do trabalho em áreas consideradas de risco, e nunca terá o retorno devido, porque raspadinhas dão prejuízo. Gostamos de pensar fora da caixa invés de seguir multidões. Sabemos por experiência que quando tentamos fazer algo diferente, que aprendemos algo novo e ficamos melhores. Comprar raspadinhas todos os dias não nos ensina nada, e só com muita sorte podemos ganhar um prémio grande

"Dinheiro não traz felicidade" - disse alguém

Convido os mestres da crítica a doar todo o dinheiro para caridade, abandonarem os seus empregos e/ou rendimentos e serem felizes sem fazer nada na vida. Não dá para fazer isso pois não? O dinheiro é apenas uma forma de comprar algo para as nossas vidas, logo precisamos ganhá-lo para viver. Existem aldeias em África por exemplo, que a moeda de troca são vacas, e quem tiver mais vacas, é considerado o rico da aldeia. Na nossa sociedade, o dinheiro é a nossa moeda para trocar por algo que queremos, seja um produto ou um serviço. É a forma de respeitar outra pessoa da sociedade, que criou o produto ou o serviço para nos fornecer algo que não sabemos fazer. 


Neste momento não falamos apenas de materialismo. Para viajar de férias, alguém tem sempre um restaurante, um hotel, uma loja de recordações para nos receber e prestar serviços, assim como um empregado dum ponto turístico, que está ali a trabalhar e a ganhar a sua vida, de braços abertos para nos receber, para que a nossa viagem seja magnífica. 


Não é por comprar muitas coisas que vamos ser felizes. Nem é a guardar muito dinheiro que vamos ser felizes. É a forma como ganhamos dinheiro e como o gastamos em algo que nos dá valor às nossas vidas que nos vai ajudar a ser felizes. Uma casa que não seja grande em demasia e um carro normal para viajar com a família são materiais que nos ajudam a ser felizes. um bom restaurante em família numa cidade diferente que fomos visitar, ou a formação universitária de um filho e os seus primeiros passos para começar a trabalhar num mundo tão exigente e com poucos valores. Isso não é materialismo, mas é valorizar o tempo e dinheiro para que sejamos felizes

A nossa visão, os nossos valores

Queremos liberdade, em que cada um é livre à sua maneira. Queremos aprender a gerir o tempo, o dinheiro e as prioridades. Queremos pensar fora da caixa, em vez de pensar todos igual. Queremos uma casa normal, em vez de ter uma casa grande para mostrar aos vizinhos que somos ricos e não ter tempo para estar com a família porque estamos a limpar uma casa grande. Não queremos apenas profissões com ordenados, mas profissões que valorizam o nosso esforço e trabalho, motivando para trabalhar ainda mais e progredir na nossa carreira. E não chegar a casa demasiado cansados para estar com a família. Apenas escolhemos algumas áreas que nos permitem trabalhar em casa, e não somos nem malucos nem vagabundos por trabalhar com áreas de risco.

É verdade que dinheiro não traz felicidade. A forma como gerimos o nosso dinheiro e as nossas prioridades, isso sim traz felicidade

Criticar os outros é muito  fácil. Fazer algo diferente e melhor é que ninguém faz.

Será que os ricos tem dinheiro porque trabalharam? Serão eles felizes?

Dinheiro e felicidade são duas coisas diferentes. Mas todos temos paixões